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“Batman: Arkham Origins” é o melhor jogo da série

Pedro Cohn, 26 out 2013

O novo game do Homem-Morcego traz algumas inovações interessantes, especialmente no que diz respeito ao modo multiplayer.

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A história do jogo se passa quando Batman ainda não era o herói que conhecemos

As aparições de Batman nos videogames não são novidade. Desde que houve consoles houve também jogos do Homem-Morcego. (Ok, é quase isso, vai.) Mas a série de jogos que ficou mais famosa foi a Batman: Arkham, que teve seu terceiro jogo — sobre o qual este texto é dedicado — lançado ontem (25). Os dois primeiros foram o Batman: Arkham Asylum e Batman: Arkham City. A série ficou famosa pela jogabilidade apresentada e pelo enredo criado especialmente para esse universo de entretenimento. O mais bacana desses jogos, no entanto, é que eles oferecem a experiência única de nos sentirmos na pele de Bruce Wayne e de seu alter-ego, o que é o sonho de qualquer fã.

O novo jogo, Origins, é produzido pela Warner Bros Games Montreal, o que, de certa forma, deixou alguns gamers preocupados, já que o estúdio não é muito famoso. A promessa da produtora era de apresentar um mapa ainda maior do que dos jogos antecessores. E de fato eles conseguiram. Para honrar o sucessos de Asylum e City a empresa teve que ralar muito. Mas, apesar da desconfiança, o clima é de animação pela novidade.

A história de Batman: Arkham Origins se passa antes do acontecimentos dos primeiros jogos. Isso significa que teremos a oportunidade de saber como Batman e alguns de seus maiores inimigos, como o Coringa, por exemplo, se combateram pela primeira vez. E o melhor: nós controlaremos esses combates. O cenário continua sendo a sombria Ghotam City, obviamente, com a violência e obscuridade de sempre. Mas agora a história se passa em véspera de Natal, o que faz o clima ficar amenizado (ou não) pela neve que enfeita a cidade.

O Batman, nessa altura da história, não é nada mais do que um detetive truculento em início de carreira que teve sua cabeça colocada a prêmio pelo vilão Máscara Negra. Com uma recompensa tentadora oferecida pelo personagem que carrega em sua face uma máscara produzida com a madeira da tumba de seus pais, 8 vilões saem pela cidade mais famosa dos quadrinhos a caça do herói. Entre eles estão o Deathstroke, Deadshot, Copperhead, o Bane e o Firefly.

Algumas novidades em termos de jogabilidade foram acrescentadas em Origins. Quem se divertiu com os dois primeiros jogos sabe como é importante o modo detetive. No terceiro jogo esse modo foi melhorado, tornando os desafios do alter ego de Bruce Wayne mais completos. Além disso, novos equipamentos e novas armas, como a luva de choque que oferece maneiras diferentes de combate ao morcegão, foram apresentados no game. Mas, no geral, a jogabilidade é semelhante à que vimos nos dois primeiros jogos da série, incluindo o gráfico.

A inovação que o Origins apresenta e que mais me animou é em relação ao multiplayer. Esse modo funcionará num 3 vs 3 vs 2. Dois jogadores controlarão o Homem-Morcego e seu parceiro Robin, e os outros seis jogarão com os capangas de Coringa e Bane (3 para cada um dos vilões). Quem estiver controlando os vilões jogarão para somar três “bandeiras”. Já aqueles com a dupla dinâmica lutarão para que isso não aconteça. Os jogadores que estiverem no time dos inimigos controlarão apenas os capangas. No entanto, é possível utilizar também o Coringa e o Bane, que têm habilidades especiais. Para isso, o gamer terá que atingir algum objetivo específico traçado pelo jogo.

A impressão que tive é que os produtores apostaram alto no multiplayer dessa vez, o que faz com que o Origins tenha um diferencial forte (além do enredo, lógico) em relação a seus antecessores. Portanto, o novo jogo do Homem-Morcego não ficará esquecido na sua gaveta após você zerar a campanha. Não vejo a hora de desafiar os pessoal da Steam em jogos multiplayer inéditos com um dos maiores personagens da DC. A única coisa que abro mão é de jogar com o Robin.

publicado em » Games

Sobre o autor: Pedro Cohn

Pedro Cohn é editor de tecnologia do El Hombre e applemaníaco fanático. Formado em aviação civil, tem 25 horas de voo mas não pretende seguir carreira na área.



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