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As dicas de empreendedorismo de Eduardo Duque

Pedro Nogueira
Pedro Nogueira Editor-Chefe

O foco profissional dos jovens brasileiros hoje é empreender. A conclusão é de uma pesquisa realizada em novembro pela Fundação Getúlio Vargas a pedido do LIDE, um grupo de empresários nacionais. Cerca de 80% dos entrevistados disseram que, nos próximos 10 anos, desejam abrir seu negócio próprio.

Então pensamos: “Poxa, precisamos de mais conteúdo relacionado a empreendedorismo aqui no El Hombre…” Conclusão? Fomos atrás do empresário paulista Eduardo Duque, 28 anos, para pegar algumas dicas com ele.

“O bacana de atuar em áreas diferentes é que você acaba tendo contato com pessoas de mundos diversos”, disse a nós. “Comercialmente falando, esse contato abrangente te dá uma visão de mercado mais ampla e isso, com certeza, ajuda nas decisões dos meus negócios.”

Confira a seguir nosso bate-papo completo com Eduardo, que além de ser dono da agência Closer Models, também gerencia uma rede de postos e um bistrô:

Você é um cara extrovertido. Este é uma característica que ajuda no mundo dos negócios?

Em minha opinião, sim. Não só no mundo dos negócios, mas na vida em geral. Afinal, passamos por muitos momentos de stress no dia-a-dia, então sempre procuro ver o lado bom das coisas.

O seu pai também é empresário. Qual foi a lição mais importante que você aprendeu com ele?

Várias! As principais são manter sempre a credibilidade, fazendo tudo o mais certo possível, por mais difícil e demorado que seja; e sempre respeitar todas as pessoas, tratá-las igualmente, independente de cargos, religião, situação financeira e etc…

Você estudou administração. O conhecimento teórico é essencial na hora de lançar um negócio? Ou o prático é mais importante?

Acredito que o teórico ajuda muito. Mas se tiver que escolher entre um e outro, escolheria o prático. E, claro, a situação perfeita seria os dois juntos.

Hoje você administra uma agência de modelos, uma rede de postos e um bistrô. Qual é a importância de expandir seus negócios para novas áreas de atuação?

O bacana de atuar em áreas diferentes é que você acaba tendo contato com pessoas de mundos diversos. Comercialmente falando, esse contato abrangente te dá uma visão de mercado mais ampla e isso, com certeza, ajuda nas decisões dos meus negócios.

Você é faixa preta no jiu-jitsu. Estar com o corpo em forma ajuda a pensar e desenvolver as ideias melhor?

Sem dúvida ajuda! Percebo isso não só comigo, mas com empresários companheiros de treino. Alivio todo o stress do dia-a-dia no tatame, melhora a autoestima e é uma ótima opção para socializar.

Mais importante do que juntar dinheiro é aproveitá-lo. Como você se diverte?

Não sou muito gastador, não. Também não costumo ir muito a festas, pois além de prejudicar os treinos, não ajuda nem um pouco o dia seguinte no trabalho. Minha diversão é um barzinho com amigos, praias mais afastadas e viagens. Sempre que posso vou a Miami, que é minha cidade favorita. Lá dá para descansar tranquilo e manter meu estilo de vida saudável.

Você é engajado socialmente com a ONG Make Them Smile. Você diria que este projeto te fez crescer nos sentidos pessoal e profissional?

Muito, e em ambos. No pessoal, pois, logo após cada ação que fazemos, me dá um sentimento de missão cumprida – durmo melhor! A impressão que dá, é que faz mais bem para as pessoas que ajudam, do que para as que são ajudadas. Isso reflete na minha vida profissional: acredito que pessoas felizes, rendem mais em tudo que fazem.