Lições de vida com três anti-heróis da Netflix

Artigo em parceria com Betway

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Desde o despertar da literatura, anti-heróis e anti-heroínas estiveram presentes nas histórias ficcionais.

Atualmente, entretanto, atingiram o auge de sua popularidade, e são cada vez mais raros os livros e os seriados que não invistam em uma personagem desse calibre.

Mas o que é um anti-herói?

Em resumo, um protagonista a quem falta atributos convencionalmente tido como heroicos, ou que utiliza métodos de caráter duvidoso para atingir seus objetivos. O correr da narrativa, entre outros fatores, pode torná-los mais suaves ou mais cruéis.

Os anti-heróis, em muitos casos, são uma versão mais realista de um herói. Em outros, uma versão mais suavizada de um vilão.

De qualquer maneira, é comum que nos identifiquemos com anti-heróis porque entendemos o seu lado humano e imperfeito. Como os anti-heróis, o ser humano médio ocupa uma área acinzentada entre o mocinho e o vilão.

O site de roleta online Betway Cassino publicou, em seu blog, um infográfico muito interessante com os 5 maiores anti-heróis de Hollywood, analisando o nível de (i) moralidade, (ii) empatia e (iii) crueldade de personagens que marcaram época no cinema, tais como o Coringa e Travis Bickle, de “Taxi Driver”. Você pode ver o infográfico aqui.

Aproveitando a deixa, reunimos aqui as principais lições de vida que três dos mais famosos anti-heróis da Netflix podem nos ensinar.

1# COMO LUCIFER, DESENVOLVA E CONSERVE A SUA AUTENTICIDADE

A autenticidade é fruto da originalidade e da confiança, e da ausência do medo de rejeição.

Lucifer, o protagonista da série, jamais esconde a sua personalidade para agradar aos outros, conservando a sua autenticidade. Consciente do fato de que as pessoas tendem a ser injustas em seus julgamentos, não se deixa abalar pela opinião alheia.

E mais: Lucifer arrasa em sua imagem pessoal.

As nossas roupas, o nosso corte de cabelo, a nossa postura, o modo como falamos e as ideias que defendemos – a soma de tais fatores influencia a percepção que os outros têm de nós, e, assim sendo, culmina em benefícios ou em prejuízos às nossas vidas.

Com Lucifer, aprendemos a arte de fortalecer a imagem que desejamos passar para o mundo, conservando a nossa autenticidade e a nossa própria essência.

2# COMO WALTER WHITE, SE CONCENTRE SEMPRE NA QUALIDADE

A ascensão de Walt ao poder começou com a coisa que todos os aspirantes a empreendedores devem ter a oferecer: um produto sólido e de alta qualidade.

Se a metanfetamina por ele produzida fosse medíocre, não haveria uma série. Afinal, cartéis internacionais e magnatas do mundo das drogas sequer se preocupariam com seus produtos, e pouca atenção dariam aos criadores.

O reconhecimento por parte de seus clientes e de seus competidores de que suas drogas eram as mais puras do mercado foi o que permitiu que erguesse um império do zero.

… E também foi o que permitiu que continuassem vivo por tanto tempo, porque mesmo seus rivais desejavam, mais do que a sua morte, a chave para uma produção tão bem-sucedida.

3# COMO THOMAS SHELBY, NÃO SE DEIXE ESTAGNAR

Thomas Shelby está sempre procurando meios de expandir seus negócios, recusando-se a se deixar levar pela estagnação ou mesmo a se acomodar. Ele sabe que é o seu próprio negócio, e que este estaria fadado ao fracasso caso ele próprio parasse.

O seu comprometimento para com seus objetivos é algo do qual todos iríamos nos beneficiar, e também a sua sabedoria ao lidar com os reveses e com as adversidades da vida.

Estar à frente de um negócio – no caso de Shelby ilícito; no seu esperamos que não! –, ainda que o mesmo seja extremamente bem-sucedido, não é só pompa e glamour. É esforço, erros, frustrações.

E, com Shelby, aprendemos que podemos enfrentar qualquer desafio contanto que os nossos valores e confiança em nós mesmos continuem intactos.