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Jobr, uma versão do Tinder para arrumar emprego

Pedro Cohn
Pedro Cohn Diretor de Negócios

Se você está solteiro, provavelmente é adepto do Tinder, um aplicativo de paquera que une pessoas com interesse em comum.

Agora existe um app semelhante que, em vez de te ajudar a fazer sexo, vai dar aquele empurrãozinho para você arrumar um emprego.

Conheça o Jobr, muito prazer.

O sistema é igual ao do Tinder: você se cadastra nele (pelo LinkedIn, não Facebook) e então vagas de trabalho começam a pipocar na sua tela.

Você pode descartá-las (jogando para a esquerda) ou aceita-las (jogando para a direita).

A empresa faz o mesmo com os candidatos e, quanto rola um match, o chat é liberado.

Bem mais fácil do que ficar caçando vagas nos classificados do jornal, né?

O Jobr está no ar há apenas 3 meses, mas já tem bastante sucesso.

Dei uma fuçada e, logo nas primeiras opções, apareceu um cargo de diretoria no Yahoo, outro no IndieGoGo, um de gerência no Facebook e em várias empresas de respeito – incluindo o próprio Jobr.

Aqui no Brasil as opções ainda são poucos, por enquanto.

Para ser mais exato, de umas 200 vagas que passei, apernas uma era daqui.

Até tentei filtrar propostas exclusivamente nacionais, mas não deu certo. Provavelmente é devido à baixa oferta.

Mas os outros dois filtros – faixa salarial e área de atuação – estão funcionando direito.

E se você encontrar uma vaga que é perfeita para aquele amigo seu?

Você pode indicá-lo atrás de uma ferramenta no próprio aplicativo e, caso ele venha a ser contratado, você ganha US$ 1 mil.

Nada mal, né?

O Jobr recebeu há poucas semanas um aporte de US$ 2 milhões de um fundo de investimentos para expandir a sua operação.

Num futuro próximo, portanto, é provável que cada vez mais empresas entrem nele – inclusive aqui no Brasil.

Nunca procurar um emprego foi tão divertido.