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sábado, julho 13, 2024
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Batemos um papo com o pessoal do NX Zero

O primeiro álbum do NX Zero, chamado “Diálogos?”, está completando 10 anos em 2014. Na década seguinte, eles se afirmariam como uma das maiores bandas do rock nacional.

Um currículo resumido? 8 prêmios do Multishow, 6 do VMB e 1 do Grammy Latino, além de 2 discos de diamante e 2 de platina com seus singles. Nada mal, certo?

O El Hombre bateu um papo com eles sobre a evolução do grupo neste período, a relação da música com a internet e como eles fazem para relaxar no tempo livre:

O álbum de estreia de banda completou 10 anos agora em 2014. Como vocês comparam o NX Zero de 2004 e o de hoje?

Muita coisa mudou. Na época em que lançamos o disco “Diálogo” éramos uma banda independente e tocávamos muitas vezes em lugares onde o som era precário e não tinha nem palco. Mas isso nunca foi um problema porque nos só queríamos tocar, não importava muito o lugar.

Sempre falamos das coisas que vivemos, do nosso cotidiano. Como isso de certa forma foi mudando com o tempo, acabou influenciando às músicas, mas nunca perdemos nossa essência e o respeito por nosso som.

Vocês são embaixadores da Arnette, uma marca de óculos popular entre surfistas e skatistas. Alguém aí gosta de andar de skate ou pegar uma onda, também?

Esse lifestyle tem tudo a ver com a gente e com a Arnette. O que fazemos nas horas vagas é andar de skate, pegar onda, bike e ir para a praia, entre outras coisas. Muitas vezes quando vamos tocar em algum lugar que tem onda levamos as pranchas.

O skate como é menor sempre está no nosso ônibus. Tudo isso serve de inspiração para compor um som! Temos muitos amigos surfistas e skatistas, vários profissionais, sempre que possível damos um role juntos.

Das novas bandas que estão despontando no Brasil, quais são as suas preferidas?

Vivendo do Ócio, Aliados, Forfun e Ponto de Equilíbrio (são da nossa geração, mas sempre evoluindo ), Ivo Mozart, D’naipes, DBS Gordão Chefe e por ai vai.

Muitos artistas amam a internet, pois ela é um grande combustível para a divulgação, e muitos odeiam, pois a pirataria afetou bastante a vendagem de discos. Qual é a posição de vocês?

Não podemos reclamar do meio de comunicação que surgimos, seria injusto. Acho que tudo tem seu lado bom e ruim. Na internet vemos mais lados bons do que ruins, porque de certa forma democratizou a música.

O lado ruim é que as pessoas não se conscientizaram que o mais legal seria comprar uma musica e não simplesmente baixar de graça, claro por um preço justo e acessível, porque essa também é uma forma de arte, como o livro e o cinema, onde o mercado online é mais “controlado”.

Mas o importante é o acesso fácil e que nossa música chegue cada vez mais longe. Isso é o que acreditamos!

Qual é o passatempo preferido de vocês para relaxar dos shows?

Cada um tem o seu preferido. Muitas vezes nos encontramos para pegar onda, andar de skate, outras vezes para fazer uma jam session, pegar os óculos e ficar o dia inteiro na praia! Sempre na paz por que fazemos o que amamos e isso não é um trabalho.

Pedro Nogueira
Pedro Nogueira
Fundador e editor-chefe do "El Hombre" e do "Moda Masculina". Adora jogar tênis, ler livros e passear com seus pets.