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Carecas, os cientistas de Yale descobriram sua cura

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Carecas, os cientistas de Yale descobriram sua cura

Há muitos tônicos autodenominados “milagrosos” que prometem acabar com a calvície. Mas sejamos honestos? Dificilmente algum deles devolverá você, careca, aos seus dias de glória.

Quando cientistas da prestigiada universidade de Yale afirmam terem descoberto a cura deste mal, porém, aí a coisa fica diferente.

E foi isso que aconteceu esta semana.

Nossos queridos homens da ciência testaram um composto chamado citrato de tofacitinibe, utilizado para o tratamento de artrite reumatoide, para tentar ajudar um rapaz de 25 anos absolutamente calvo desde 2007.

Não é que deu certo?

Depois de 8 meses de experiência, a cabeça do cidadão foi de “aeroporto de mosca” para “tapete persa”, como você pode conferir nas fotos acima.

O remédio também favoreceu o crescimento de cabelo na barba, sobrancelha, axilas, cílios e lá embaixo.

Se você está pensando “pô, deve ter dado um efeito colateral do caramba”, saiba que nosso amigo passou ileso no teste.

“Os resultados foram exatamente o que nós esperávamos”, disse o professor Brett King, autor do relatório, publicado no Journal of Investigative Dermatology.

“Este é um grande passo no tratamento de pacientes com esta condição. Embora seja um caso, antecipamos seu sucesso com base nos nossos atuais conhecimentos da doença e do medicamento. Acreditamos que os mesmos resultados se repetirão em outros pacientes. E nós planejamos tentar.”

O rapaz em questão tinha alopecia universalis, uma entre diversas variáveis da calvície. Então se eles precisarem de novos voluntários, para testar o remédio em diferentes cabeças, apenas aqui no El Hombre já temos três pessoas dispostas.

King já apresentou uma proposta para desenvolver um creme à base deste composto, para ajudar os carecas de todo planeta a aposentarem velhos apelidos como “cabeça de ovo” ou “bola de sinuca”. 

39 COMMENTS

  1. É o tratamento de uma doença auto-imune, não tem nada a ver com calvície, exceto pela perda dos cabelos ¬¬
    As causas são completamente distintas e os mecanismos de atuação do remédio muito provavelmente não terão aplicabilidade na calvície.

    Vocês podiam pelo menos ler a matéria original antes de traduzir porcamente hein?

  2. Existe vários tipos de calvície. A mais comum, é a alopecia androgenética. Provocada pela 5-Alfa-Redutase. A maioria dos homens possui esse padrão. O paciente da reportagem tem alopecia areata. Esse tipo de calvície é provocada pelo SISTEMA IMUNOLÓGICO e não pela 5-Alfa-Redutase. O remédio conseguiu fazer com que os anti-corpos do paciente parassem de atacar os folículos pilosos e então, o cabelo voltou ao normal. Quem tem calvície comum, ou androgenética não será beneficiado porque a causa da queda não é o próprio sistema imunológico. Porém, fiquem tranquilos que tem mais cientistas estudando a cura para a alopecia androgenética que atinge 50% dos homens em todo mundo, do que cientistas tentando descobrir a cura da alopecia areata, que atinge menos de 3% da população mundial.

    • Opa, Luciano, tudo bom? Valeu pelo comentário, irmão, foi bem esclarecedor em relação ao tema! Admito que eu pastei um pouco para entender a diferença dessas calvícies… Por mais que pesquisei, biologia sempre foi o meu fraco na escola… Hehe. Mas você explicou o tema de uma maneira bem direta e simples, valeu. Grande abraço :)

    • Na verdade, o paciente do qual a reportagem fala tem alopecia universalis. Tanto a universalis quanto a areata respondem eficazmente ao tratamento que é mencionado na reportagem.
      Quanto à alopecia androgenética, o cientista George Cotsarelis da universidade da Pensilvania prometeu que antes de 2017 haverá tratamento para este tipo de calvice.

  3. bem o que resta é esperar e ter fé, e que algo bom apareça ainda nessa década…
    essa falha Imensurável da natureza, já formou a mim, muita raiva e tristeza, e realmente espero algo bom disso tudo, só digo isso pois sou novo, e com 90% sem crença pra cura desse problema, o jeito é se adaptar, se ao menos tive-se uns 40 anos seria mais fácil levar o problema, mesmo assim acho que isso afeta auto-estima de qualquer um independente da idade ;/

  4. pow, espero mesmo uma cura, ao menos pra essa década nas mais baixas das espectativas, pois sinceramente, ter 23 anos(ou menos) e sofrer com isso é horrível, isso dilacera(cruelmente) a autoestima de qualquer um :'(