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Fizemos um treino de parkour – e, sério, você precisa fazer também

Thiago Sievers
Thiago Sievers Head de Parcerias

Desde que eu vi pela primeira vez os vídeos de parkour que rolam na internet fiquei instigado. “Deve ser animal fazer isso!”, pensei. E continuo pensando até hoje, na verdade.

Para quem não sabe, o parkour é aquele esporte em que os caras saem andando pela cidade superando todo e qualquer obstáculo que encontram pela frente (dependendo, claro, da habilidade do tracer, como chamam o praticante de parkour).

Ao ver os vídeos sente-se a liberdade que o esporte deve promover aos praticantes, afinal, parece que eles não conhecem a lei da gravidade – ou sabem lidar com ela de uma forma que nós, meros humanos, desconhecemos.

De qualquer maneira, resolvi sair do desejo e ir à prática, e procurei um grupo de parkour. Na busca encontrei o Parkour Brazil, gerenciado por Leonard Akira, que é o primeiro instrutor do esporte em nosso país, e fui fazer um treino com a galera no centro de São Paulo.

E a prática superou todas as minhas expectativas – que já eram altas.

É um esporte que trabalha o corpo todo de forma bastante exigente. Mesmo pedalando todo dia, fiquei com a perna doendo por um bom tempo, sem falar no braço, antebraço e um pocuo das costas.

Recomendo muito para quem gosta de esporte de agilidade e de se sentir desafiado em sua coragem. Se você curtiu tem mais detalhes lá na página do Parkou Brazil. É só falar com o Leonard, que é sangue bom.

Veja aí como é animal…